Pedro Félix

Dono de um estilo eclético e cheio de groove que contagia o público, o DJ carioca Pedro Felix, de 23 anos, já deixou para trás o rótulo de promessa. Hoje em dia, o rapaz já figura entre o seleto grupo de bons DJs que dão expediente pelas cabines da cidade.

Desde 2005, Pedro já tocou em clubs como Fosfobox, Dama de Ferro, Nova, Pátio Lounge e Vegas, em São Paulo. Também já mostrou seus sets com house funkeado para Florianópolis, Balneário Camboriú e Curitiba. Lá, ele se uniu ao projeto WE ROCK, com a intenção de dar um gás e um novo estilo à cena house da cidade. A festa Rock da´Castle – onde também foi residente – teve algumas edições e culminou em sucesso total. Atualmente, Pedro é o residente da festa FosfoChiq, que completa um ano de noites lotadas no Fosfobox, em Copacabana.

Pedro tem acumulado elogios de pessoas que entendem de música eletrônica e noite, como os jornalistas Ronald Villardo e André Fischer e o produtor Cabbet Araújo. No currículo, ele guarda uma menção ao posto de DJ Revelação no ano de 2006. Mr. Felix tem se mostrado um grande interessado no crescimento e no amadurecimento da cena musical eletrônica do Rio de Janeiro, saindo do gueto techno que dominou a cidade no fim dos anos 90.

Seus sets são vibrantes e costumam explorar de forma explosiva e competente os limites do house, sempre usando a sua base funky, que está presente desde que começou a tocar. Misturam-se então, boas doses de electro, breakbeat e tech house para colocar a galera dançando até de manhã.

Pedro Felix pode ser anunciado como um dos nomes mais interessantes da nova geração de DJs da cidade. Nessa lista, também figuram João Paulo (Emociona) e Bruno Mello (Inn Hype) – todos crias carioquíssimas da gema. Para ele, é interessante participar dessa difusão da cena que vai mostrando ao público os estilos e as nuances da música eletrônica.

Na área das influências, Pedro tem verdadeira adoração pelo som que era tocado por Mr. Spacelly. Pareto e Mau Mau também são lembrados entre os tops nacionais. Já no campo internacional, ele cita as produções de John Dahlback como boas influências. Sebastien Leger, Olav Basoski, Plump DJs e Basement Jaxx completam a lista. Pelo visto, só "coisa de fino trato".

Seu desejo futuro é mergulhar em produção. Mas o rapaz ressalta: "uma coisa de cada vez!" Por ora, ele pretende aproveitar a boa fase que está curtindo como DJ. Mais adiante, sua vontade é equilibrar as duas coisas com prazer.

Pedro defende a bandeira da inovação. Ele preza a busca por novas experiências e não está atrás de hits que recolhem aplausos dos presentes. Pelo contrário! É possível observar nos seus sets, que o DJ está sempre trazendo músicas inéditas, saindo da mesmice e surpreendendo quem está na pista.

Uma das primeiras coisas que fez Pedro se encantar com a profissão é o momento mágico que vem a ser a rotina de um DJ. O fato de tocar música, ver a vibração da galera, acompanhar a pista e ser parte importante ali, é todo um processo gratificante. Para ele, o set tem que fazer conexão com o público da forma mais agradável possível, e normalmente quando isso acontece, a pista reage absurdamente!

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